É... o fim da minha aposta está se aproximando e, a essa altura do campeonato e apesar de todos os pesares, já não é mais difícil de reagir às garrafas de refrigerante na geladeira - especialmente as de Sprite - nem a ver os seus amigos tomando Coca-Cola na sua frente.
Ontem eu estava pesando comigo mesmo o que pode ter sido bom nesse tempo todo... eu deixei de tomar refrigerante - até agora - por quase 6 meses; tirando que eu deixei de ingerir litros e litros de corantes e conservantes, eu também consegui manter meu auto-controle. Finalmente mandei em mim. Eu estava pensando, também, ou em continuar a minha aposta comigo mesmo por mais 6 meses, ou tentar ficar sem fazer alguma coisa (ou sem comer alguma coisa, sem beber alguma coisa [água?!]) por um ano, quem sabe...
Tô só escrevendo pra constar mesmo, que eu ainda não quebrei a promessa e que ela continua...
Acho que o blog tá chegando ao fim da sua vida.
sexta-feira, 11 de abril de 2008
terça-feira, 1 de abril de 2008
Me deu uma vontade tão grande de quebrar minha promessa..
Como eu havia comentado nos outros posts, eu estava participando de um processo seletivo de estágio da Ambev. Pois é. Saiu o resultado hoje, depois de quase dois meses. Não passei.
Ia ser a coisa mais paradoxal do mundo. Eu não bebo mais refrigerante e não bebo nada de cerveja e lá é praticamente livre o consumo de ambos; acho que é quase um pré-requisito pra entrar.
Foram várias etapas, várias entrevistas e nos intervalos entre essas benditas, vinha aquele friozinho na barriga, acompanhado de uma ansiedade sem igual e a vontade de tomar um Guaraná pra acalmar. Nos dias das entrevistas, então... nem se fala. Escondi a todo custo meu nervosismo e minha consternação em todas as vezes que entrei naquela sala de reunião para ser entrevistado por mais um indivíduo, sendo testado e questionado sobre assuntos distintos e análogos. As entrevistas que me deixavam nervoso já começavam a me deixar enfadado. Pra quê, afinal, tantas etapas, pra no momento final, onde a entrevista deveria ser somente uma integração e uma apreciação dos candidatos, eu ser reprovado por ser "novo demais pra assumir responsabilidades"? Como falou uma amiga minha hoje, será que eu fiquei mais novo durante esse processo? Porque se não, como é que não fui reprovado antes? Definitivamente, esse foi um processo seletivo extremamente falho, pois com tantas entrevistas, eles não conseguiram conhecer nem superficialmente os seus candidatos.
Quando saí da unidade da Ambev aqui de João Pessoa com a notícia, o primeiro episódio que acendeu na minha cabeça foi eu tomando a Fanta que nós demos ao motorista do táxi; a garrafa inteira, sozinho, sem dividir com ninguém.
E na frente de todos os que me entrevistaram desde o primeiro dia. Da mulher da empresa terceirizada que fez a primeira entrevista ao põe-mesa do diretor regional que acabou com todos os meus planos financeiros e profissionais.
Por isso que eu sempre preferi Coca-Cola.
Ia ser a coisa mais paradoxal do mundo. Eu não bebo mais refrigerante e não bebo nada de cerveja e lá é praticamente livre o consumo de ambos; acho que é quase um pré-requisito pra entrar.
Foram várias etapas, várias entrevistas e nos intervalos entre essas benditas, vinha aquele friozinho na barriga, acompanhado de uma ansiedade sem igual e a vontade de tomar um Guaraná pra acalmar. Nos dias das entrevistas, então... nem se fala. Escondi a todo custo meu nervosismo e minha consternação em todas as vezes que entrei naquela sala de reunião para ser entrevistado por mais um indivíduo, sendo testado e questionado sobre assuntos distintos e análogos. As entrevistas que me deixavam nervoso já começavam a me deixar enfadado. Pra quê, afinal, tantas etapas, pra no momento final, onde a entrevista deveria ser somente uma integração e uma apreciação dos candidatos, eu ser reprovado por ser "novo demais pra assumir responsabilidades"? Como falou uma amiga minha hoje, será que eu fiquei mais novo durante esse processo? Porque se não, como é que não fui reprovado antes? Definitivamente, esse foi um processo seletivo extremamente falho, pois com tantas entrevistas, eles não conseguiram conhecer nem superficialmente os seus candidatos.
Quando saí da unidade da Ambev aqui de João Pessoa com a notícia, o primeiro episódio que acendeu na minha cabeça foi eu tomando a Fanta que nós demos ao motorista do táxi; a garrafa inteira, sozinho, sem dividir com ninguém.
E na frente de todos os que me entrevistaram desde o primeiro dia. Da mulher da empresa terceirizada que fez a primeira entrevista ao põe-mesa do diretor regional que acabou com todos os meus planos financeiros e profissionais.
Por isso que eu sempre preferi Coca-Cola.
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